Com limite de renda a R$ 13 mil e imóveis de até R$ 600 mil, novas regras do MCMV reaquecem a base do mercado
- Observatório Imobiliário Brasileiro
- há 4 dias
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Atualizado: há 1 dia
Ajuste nas faixas do programa, pelo Conselho Curador do FGTS no final de março de 2026, absorve a alta dos custos de construção, injeta liquidez no setor e amplia o acesso da classe média ao crédito com juros subsidiados.

A mudança estrutural do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de março, elevou os patamares de renda permitidos para R$ 13 mil e o teto de valor das propriedades para R$ 600 mil. O ajuste das faixas é um motor importante para a economia. Ele ajuda o mercado de incorporação a continuar lançando empreendimentos com segurança jurídica e financeira, ao mesmo tempo em que amplia a porta de entrada para que milhares de brasileiros conquistem o patrimônio físico e, também, siga gerando negócios aos corretores em um momento em que os juros de mercado tradicional ainda se mostram restritivos”, analisa o presidente do Sistema COFECI-CRECI João Teodoro da Silva.
Celso Pereira Raimundo, diretor do Sistema COFECI-CRECI e do Observatório Imobiliário Brasileiro (OIB), enfatiza que o acompanhamento dessas mudanças é fundamental para profissionais e consumidores. “A medida facilita o acesso da classe média às taxas de juros reduzidas financiadas pelo FGTS, enquanto o preço teto para a aquisição da unidade própria foi corrigido para acompanhar a valorização das matérias-primas e dos terrenos urbanos.”
Novos Limites de Renda Familiar Mensal:
• Faixa 1: passou de R$ 2.850 para R$ 3.200 (+12%).
• Faixa 2: subiu de R$ 4.700 para R$ 5.000 (+9%).
• Faixa 3: saltou de R$ 8.600 para R$ 9.600 (+12%).
• Faixa 4 (Classe Média): expandiu de R$ 12.000 para R$ 13.000 (+8%).
Novos Tetos de Valor do Imóvel para Aquisição:
• Faixas 1 e 2: Limites mantidos entre R$ 210 mil e R$ 275 mil (variando conforme o porte demográfico do município).
• Faixa 3: O teto de financiamento subiu de R$ 350 mil para R$ 400 mil (+14%).
• Faixa 4: O valor máximo do imóvel saltou de R$ 500 mil para R$ 600 mil (+20%), destravando estoques de maior padrão construtivo.
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