ECONOMIA & NEGÓCIOS
Cenários macroeconômicos do Brasil e do mundo que refletem no setor imobiliário e interferem na tomada de decisão e nos negócios.


Selic cai para 14,5%, mas saída de R$ 31,97 bi da poupança expõe gargalo do crédito imobiliário
Financiamentos via SBPE chegaram a R$ 18,5 bilhões em março, melhor resultado mensal em cinco anos. Apesar da reação, a principal fonte tradicional de funding do setor segue pressionada, o que mostra que a queda dos juros não se traduz automaticamente em crédito mais barato ou mais amplo para o comprador. A redução da Selic para 14,5% ao ano reacendeu a expectativa de melhora nas condições de financiamento imobiliário, mas os dados mais recentes do setor mostram que o crédito
6 de mai.


A queda da Selic: O que o 14,5% sinaliza para o patrimônio e para os negócios imobiliários?
Por João Teodoro | Presidente do Sistema COFECI-CRECI A economia brasileira acaba de emitir um sinal. Com a recente decisão do Copom em reduzir a Selic para 14,5% ao ano, após um longo período de resistência no patamar de 15%, é muito mais do que um ajuste numérico; é o início de uma nova dinâmica de alocação de capital. Para o investidor sofisticado, o custo de oportunidade acaba de mudar. Enquanto a renda fixa perde seu brilho, o mercado imobiliário de alto padrão se consol
4 de mai.


Com lucro de R$ 5,8 bi no primeiro trimestre, Bradesco amplia créditovia compulsório e prevê migração de funding
O Bradesco projeta alta de 15% em financiamento imobiliário no ano e opera na contramão da retração sistêmica do mercado. A carteira de crédito expandida cresceu 12,9% e supera a marca de R$ 1 trilhão impulsionada por investimentos em tecnologia e parcerias com corporações imobiliárias. A recente liberação de depósitos compulsórios pelo Banco Central e a alteração nas regras de direcionamento injetaram liquidez no caixa do Bradesco. O oxigênio financeiro compensa o esgotamen
20 de abr.


IPCA a 4,31% e R$ 180 bilhões em crédito. O que muda no cenário imobiliário e como os dados podem contribuir com negócios?
Revisão da inflação, crédito bilionário e cenário internacional reposicionam o mercado imobiliário como destino de capital em 2026. Dados apontam mudança no comportamento do investidor, ampliação do financiamento e pressão de custos na construção. Para o corretor, a leitura desses indicadores é fundamental para geração de negócios e tomada de decisão. O Banco Central revisou o IPCA para 4,31% e manteve a projeção da Selic em 12,50% para o fim de 2026. O cenário paralisa a re
2 de abr.


Novas projeções da Selic e guerra no Irã migram capital para setor imobiliário
Instabilidade externa, inflação pressionada e juros elevados alteram a estratégia de alocação de recursos. Ativos imobiliários ganham espaço para proteção patrimonial. LEIA MAIS.
28 de mar.


CPF dos Imóveis reacende debate sobre transparência e monitoramento de dados no setor imobiliário
O Cadastro Imobiliário Brasileiro vai criar uma base nacional de dados de imóveis urbanos e rurais, com potencial de reduzir irregularidades, aumentar a transparência nas transações e dar mais segurança jurídica. Ao mesmo tempo, amplia a capacidade de fiscalização no país, o que pode ter impactos tributários. O acesso a informações estruturadas ganha papel estratégico para qualificar decisões e reduzir assimetrias no mercado.
28 de mar.


Como a tokenização contribui com o setor imobiliário?
A modernização de processos para o mundo digital é um dos temas mais debatidos do setor imobiliário dentro da Agenda Legislativa do Sistema COFECI-CRECI: a Tokenização. Para o Conselho, essa tecnologia é irreversível e, por isso, é importante que seja regulamentada e que se tenha uma compreensão clara sobre o seu papel e o papel dos cartórios. O que é Tokenização Imobiliária? É o processo de converter um ativo real (um imóvel ou um direito sobre ele) em um token digital dentr
28 de mar.


Brasil ganha primeiro observatório nacional voltado à inteligência de dados no mercado imobiliário
Lançado oficialmente em fevereiro, o Observatório Imobiliário (OIB) nasce de uma parceria inédita entre o Sistema COFECI-CRECI e a UFSC para estruturar uma base nacional de dados reais de transações imobiliárias, com validação acadêmica e respeito à LGPD, com foco na redução da assimetria de informação, na qualificação das decisões econômicas e no fortalecimento da transparência, previsibilidade e profissionalização do mercado imobiliário brasileiro. O Brasil passa a contar c
3 de mar.

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