Mercado imobiliário do RJ bate R$ 14,2 bilhões em vendas no Rio em 2025 e projeta crescimento de até 10% em 2026
- Observatório Imobiliário Brasileiro
- há 1 dia
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A diversificação da demanda, com presença relevante do segmento econômico e desempenho consistente do alto padrão, sustenta o ritmo de negócios no estado. A projeção do CRECI-RJ é de crescimento entre 8% e 10% em 2026, com expectativa de melhora nas condições de crédito ao longo do ano.

As vendas de imóveis no Rio de Janeiro somaram R$ 14,2 bilhões em 2025, segundo levantamento da Brain Inteligência Estratégica para a Ademi-RJ. O estado apresenta desempenho em diferentes frentes do mercado, desde o segmento econômico, com destaque para programas como o Minha Casa, Minha Vida, até o alto padrão, que segue aquecido em regiões como a Zona Sul, especialmente em bairros como Copacabana, onde a demanda por imóveis bem localizados sustenta novos negócios.
Para 2026, a projeção do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (CRECI-RJ) é de crescimento entre 8% e 10%, mesmo em um cenário ainda impactado por juros elevados. A expectativa considera uma possível redução da taxa Selic ao longo do ano, o que pode ampliar o acesso ao crédito e estimular novas transações em diferentes perfis de renda.
“O mercado imobiliário do Rio de Janeiro é bastante diversificado e segue ativo em diferentes segmentos. Temos desde a base, com programas como o Minha Casa, Minha Vida que sustenta o volume de vendas, até um mercado de alto padrão muito aquecido, especialmente na Zona Sul, com regiões como Copacabana. Essa dinâmica exige um corretor cada vez mais preparado para atuar em perfis distintos de clientes”, afirma João Eduardo Corrêa, presidente do CRECI-RJ.
“O momento para 2026 amplia as oportunidades para os corretores no estado, em um mercado cada vez mais dinâmico e conectado à tecnologia, que exige profissionais preparados para atender diferentes perfis de clientes. O CRECI-RJ tem atuado na qualificação da categoria, no fortalecimento da fiscalização e no desenvolvimento de iniciativas que aproximam o corretor das novas demandas do setor, incluindo o uso de dados e inteligência de mercado como ferramentas de decisão, além de parcerias institucionais voltadas à capacitação e profissionalização da atividade”, conclui Corrêa.
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