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O choque de juros globais e a reengenharia do créditoimobiliário
Por Celso Pereira Raimundo, diretor geral do OIB e diretor do Sistema Cofeci-Creci O desalinhamento das taxas de juros globais neste mês dita o novo ritmo de capitalização do mercado imobiliário brasileiro. O Federal Reserve (Fed) norte-americano mantém a taxa básica estabilizada na faixa de 3,64%. Em contrapartida, o Brasil opera com a taxa Selic no patamar de 15% ao ano e suas projeções têm variado. A disparidade macroeconômica afeta o volume de crédito e a origem dos recur
13 de abr.

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